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Home Emídio - Lista de Artigos SEPARAÇÃO CONJUGAL

SEPARAÇÃO CONJUGAL



O esforço em combater as más inclinações, oriundas de paixões instintivas mal dirigidas, consiste no principal meio de evitar a ingovernabilidade dos sentidos e o descontrole da paixão. Em muitos casos, a infidelidade não é motivada pela ausência de sentimento para com o cônjuge, mas por um desvio moral decorrente da imaturidade e falta de bom senso.

É preciso que o cônjuge traído em sua confiança não deixe que todo o esforço de convivência, todo o trabalho empreendido em prol do entendimento a dois sofra o desmoronamento abrupto por uma infeliz circunstância. É preciso que o diálogo franco e sincero resolva a questão sem qualquer ofensa, priorizando a reconciliação em bases estabelecidas segundo os preceitos da responsabilidade e do amor.

O que pode justificar uma separação conjugal é o esgotamento de todas as forças e energias morais do casal como resultado do desinteresse em manter o casamento com os recursos da inteligência e dos sentimentos, o que pode expor a riscos a integridade física (homicídio, suicídio, lesões corporais, paralisias, torturas, contágio de doenças infecciosas ou incuráveis, distúrbios psicoemocionais graves, etc.) ou a integridade moral (adultério, promiscuidade, desejo neurótico de vingança, ódio intenso e contínuo, medo mórbido do cônjuge, etc.) dos cônjuges.

Com a consciência do dever cumprido, o homem ou a mulher pode encontrar na separação uma solução que evitará desastres que venham comprometer sua integridade física ou moral. No entanto, em muitos casos, a separação tem sido considerada inevitável antes de os cônjuges recorrerem a algumas alternativas sensatas.

O casal que não tem filhos não está mais sujeito a separação. Pelo menos não necessariamente por esse motivo, mas por razões voluntárias que pode levar ao desinteresse temporário por filhos ou crianças.

Os filhos contribuem para a união do casal. Há casais, entretanto, que não têm a necessária estabilidade psicoemocional para consolidar o vínculo conjugal por meio das responsabilidades paterna e materna.

A insatisfação sexual não deve ser motivo para a separação. A insatisfação sexual não quer dizer abstinência ou freqüência do ato sexual. Em muitos casos, essa insatisfação decorre de desajustes psicológicos que não estão vinculados ao casamento, mas à condição do cônjuge.

É necessário que se busque identificar as causas da insatisfação sexual e superá-las através do diálogo, do sentimento recíproco, do respeito e até da ajuda de um profissional da área médica ou psicológica.

A visita do pai aos filhos, que moram com a mãe, é indispensável tanto quanto a influência do pai que é muito importante para os filhos para evitar a dependência excessiva deles em relação à mãe e para conservar neles o sentimento de amor-próprio e segurança psicoafetiva.

É possível determinar o tempo que uma pessoa leva para se adaptar à separação conjugal, mas depende muito do tempo de convivência conjugal e das razões que motivaram a separação. No geral, após o segundo ano de separação tanto o homem quanto a mulher encontram maior estabilidade para se adaptar à nova realidade.

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