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Homossexualismo e Preconceito
Certamente, o homossexual não é nocivo à sociedade; a homossexualidade traz prejuÃzos apenas a quem a pratica.
Em hipótese alguma, deve-se discriminar o homossexual, mesmo quando não se dispõe a superar a homossexualidade. Discriminar o homossexual é ferir os princÃpios de sociedade, de igualdade, de justiça e de amor. E ajudá-lo a superar a homossexualidade é também praticar os princÃpios da vida sexual harmônica.
A homossexualidade não anula os valores psÃquicos conquistados, embora possa interferir neles. O talento e a criatividade que certos homossexuais apresentam demonstram que a homossexualidade está relacionada unicamente a questões de ordem moral. A insegurança psicológica e os desajustes psico-emocionais que atingem o meio social são as principais causas da marginalidade imposta aos portadores da homossexualidade. Alguns grandes vultos da nossa História foram, ou pareciam ser, portadores da homossexualidade. Certamente, o equilÃbrio da sexualidade depende do ajuste psicológico do indivÃduo, ainda que este seja portador de muita inteligência e sensualidade e ocupe por estas razões, lugar de destaque na história da humanidade.
Na verdade, quando há vontade firme por parte do homossexual e os meios adequados para a sua reabilitação, sempre é possÃvel reverter o quadro da homossexualidade. Mas, caso o homossexual não se disponha a modificar o seu quadro psÃquico ligado à homossexualidade, é preciso que a famÃlia e a sociedade tenham a consciência de que cedo ou tarde ocorre o realinhamento. Em algum momento, ele será forçado a renovar-se e a modificar as caracterÃsticas psÃquicas e sexuais, tão contrárias à sua própria natureza. Com esse entendimento, deve-se respeitar o doente, mas não se acomodar com a doença, nem concordar tampouco com a má vontade ou a indiferença.